penso em caminhos. caminhos ora cortados ora ultra-longinquos. nunca curtos a ponto d acedermos facilment ao destino. ha tempos que vejo ora o mundo a desabar ora a construir- se, a ter sentido para mim. neste momento o que devo eu sentir? a espera bloqueia o decorrer; mas pensamentos invadem o belo do órgão. desbloquearás tu o meu caminho? e não um desbloqueio na medida em que surge um pivot para me bloquear... terei algum dia o caminho livre? hmmm... estou a ver que não, não sei porque continuo numa nuvem quando sei que estou no verão e não ha nuvens e não chove! ha coisas inevitaveis, né? o afastamento (ainda +!) e inevitavel. com nenhuma felicidade o digo... por falar nisso, chego a conclusão que estou toda bloqueada, visto que todo e qualquer tipo de relação comigo e pena. essa palavra maldita que pouco ou nada me atinge, mas te atinge. pelos vistos não tenho direito á vida por isso... não faz mal, cá estarei.
espero por tudo
No comments:
Post a Comment