Monday, July 10, 2006

1001 Porquês desabados...

Quando tudo parecia ruir, ainda restava um desmoronamento. Um "deita-abaixo"
ressuscitador, digamos assim... Rodeada por espinhos assassinos, um mar de rosas amigas julguei ver.

No entanto, dentro da toca a indiferença reinava: fonte de felicidade, fingida ou não, esta um alívio fornecia. Pois é... até que a muralha desabou. Após, nunca suficientes tentativas; n "toca-e-foge" 's, querendo recalcadamente (sempre de pedra e cal na mão), a muralha desabou.
Revoltas, questões, cobardias inatas e agonias: tudo presenciado e revivido atrás de uma certeza.
Ai... o quão agradável é a sensação de transparência ou mesmo da frescura proveniente do mar.... ou então não.
Diz lá que não chateia: tijolo após tijolo; fugas atrás de fugas, claro que sempre justificáveis com "desculpas convictas"; já sem armas nem forças: agora à deriva.

Só me restam agora duas pequenas coisas: seguir a Mãe-Natureza no seu ciclo tão evitado, com uma forte contribuição para o crescimento do mar (mesmo se gota a gota) e um agradecimento. Obrigada.

2 comments:

Anonymous said...

gota a gota se crean los lagos..
destruir faz parte da vida

Anonymous said...
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